Sempre o incômodo Rascunho Curitiba - PR Marçal Aquino: "Acho que só tenho uma mania, que é escrever literatura à mão, em cadernos." Edição 171, Julho de 2014
No silêncio da madrugada Rascunho Curitiba - PR Mariana Ianelli: "É um leitor presente, sem cordão de isolamento e sem trava de segurança." Edição 170, Junho de 2014
Direto do beco Rascunho Curitiba - PR Godofredo de Oliveira Neto: "Escrever pensando na opinião dos colegas escritores. É letal para a obra." Edição 169, Maio de 2014
No limite da corda Rascunho Curitiba - PR Humberto Werneck: "A facilidade no escrever. O automatismo. Convém lembrar o tempo todo do João Cabral: “Nem deve a voz ter diarreia”." Abril de 2014, Edição 168
Sem ornamentos Rascunho Curitiba - PR Luiz Alfredo Garcia-Roza: "O jornal, durante o café da manhã, a filosofia e a ficção (o livro da vez ou releituras) à noite." Edição 167, Março de 2014
Escrever e acreditar Rascunho Curitiba - PR Julián Fuks: "Solidão e silêncio, e uma quietude atenta: a suspeita de que alguém possa ter dito o que era preciso dizer." Edição 166, Fevereiro de 2014
Vencido pela própria criação Rascunho Curitiba - PR José Luiz Passos: "Não sentir essa vontade de escrever outro romance e outro, e mais outro, já seria um grande alívio." Edição 165, Janeiro de 2014
Uma valsa com o leitor Rascunho Curitiba - PR Leticia Wierzchowski: "A ficção estipula seus próprios limites. Ficcionar é também subverter a realidade" Dezembro de 2013, Edição 164
Aqui e agora Rascunho Curitiba - PR André Sant'Anna: “Sempre penso se o que estou escrevendo é realmente algo imprescindível a se dizer.” Edição 163, Novembro de 2013
Poesia à prova de traças Rascunho Curitiba - PR Glauco Mattoso: "Como sou um poeta essencialmente satirico, costumo commentar factos do meu tempo" Edição 162, Outubro de 2013